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Apresentação de cases teutonienses pauta Café da Manhã Empresarial

Representantes do Super Zart e da Serigrafia El Shaddai falam sobre seus processos de gestão em evento da CIC Teutônia

Créditos: Da redação
Representantes da CIC e do Sebrae com as empresárias teutonienses Lovani Zart, do Super Zart, e Ivanete Diehl Kirch, da Serigrafia El Shaddai - Leandro Augusto Hamester/divulgação

Teutônia - Com o apoio do Sebrae/RS, a CIC Teutônia promoveu Café da Manhã Empresarial na sexta-feira (14). Na ocasião foram enaltecidas práticas de gestão, valorizando o perfil empresarial e apresentando dois cases de empresas de Teutônia. O gestor de atendimento do Sebrae, Clóvis Glesse, e o técnico de atendimento do Sebrae, Ademir José Ewald, mediaram a atividade e apresentaram ferramentas e serviços oferecidos pela entidade no auxílio às empresas e aos empreendedores. "Vivemos um processo de mudança de mercado e evolução tecnológico. Não há negócio imune ao risco das grandes transformações, daí a importância de indicadores que orientem os gestores pelo caminho mais seguro, numa visão de futuro próximo, o que impacta no dia a dia das empresas", frisa Glesse. 

Para falar dos processos de gestão, foram convidadas as empresárias teutonienses Lovani Zart, do Super Zart, e Ivanete Diehl Kirch, da Serigrafia El Shaddai. "Com o apoio do Sebrae, passamos por uma mudança de paradigmas, de vida e de negócios. Muita coisa mudou dentro da nossa empresa", frisa Lovani, apresentando breve histórico do supermercado, iniciado como um pequeno açougue em 1987 e que assumiu esta nova concepção de negócio em 1996. "Promovemos e incentivamos a troca constante de informações para melhorar e evoluir. Usamos muitas ferramentas na empresa familiar, que zela pelo bom atendimento, qualidade dos produtos e bom ambiente de trabalho", acrescenta, destacando a filosofia da empresa e a abertura de filiais. "Tivemos uma grande evolução, o que exige dedicação."

Ivanete também destacou as mudanças pelas quais passou a serigrafia, cuja origem da empresa está atrelada às demandas das indústrias calçadistas instaladas em Teutônia em 1993. "Os tempos mudaram, o mercado e a economia mudam constantemente", cita, lembrando o início do atendimento por parte do Sebrae e a triste perda do marido, companheiro de negócios, em acidente de trânsito em 2015. "Foi um período de extrema dificuldade. Foi preciso muita garra para seguir em frente, conhecer todos os processos da empresa, produtos, materiais e pessoas para poder dar andamento ao que eu realmente teria condições de assumir sozinha." 

O Sebrae auxiliou Ivanete no recomeço. "Sempre há muito a evoluir. Precisava estar aberta a receber esse apoio e abrir a mente, disposta a receber o trabalho de consultoria que poderia me apontar novos caminhos. O resultado não se colhe de hoje para amanhã, mudamos e corremos atrás do tempo perdido, ouvindo e colocando em prática as mudanças. Não me via como empreendedora, não imaginava estar aqui contando o meu exemplo. Isso eu só vi quando uma pessoa de fora veio olhar a minha empresa, uma personalidade adormecida dentro de mim está despertando", salienta.

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