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Direito de Família e sucessões inspiram criação de livro

Obra foi lançada quarta-feira, em cerimônia que reuniu convidados no Aspen Executive Hotel

Créditos: Redação
- divulgação

Lajeado - A obra Direito de Família: um olhar prático é a realização de um sonho que começou a partir de um desafio lançado pelo presidente do núcleo local do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). O livro foi lançado quarta-feira, em cerimônia que reuniu convidados no Aspen Executive Hotel. O presidente do Núcleo de Lajeado, Rogério Brochado, convocou os integrantes a escreverem um livro e todos aceitaram. "O pessoal de Lajeado e região abraçou a causa, e agora temos um belo lançamento. Entre os que colaboraram com artigos, estão também convidados. São pessoas que contribuíram com o IBDFAM, ao ministrar palestras e cursos, como o Rolf Madaleno, Claudio Tessari e Luciane Potter", afirma.

 

Autores

Andréia Luciana Marckmann, Camila Bandel Nunes Pinheiro, Cassiane Silveira Lopes, Cláudio Tessari, Dailor Luis Rodrigues da Silva, Deise Lopes Craide, Delma Silveira Ibias, Diego Oliveira da Silveira, Fernanda Bandeira da Silva, Fernanda Molinari, Janine Maria Pellegrini, Liamara Reis, Liane Maria Busnelo Thomé, Luciane Potter, Modesto Mendes, Ney Arruda Filho, Roger William Bertolo, Rogério Brochado, Rolf Hanssen Madaleno, Saionara Alievi Schierholt e Tatiane Keunecke Brochado.

 

Produção literária importante

Para o advogado Ney Arruda Filho, ter um núcleo do IBDFAM na região é importante para fomentar a produção literária técnica jurídica na área. "O maior mérito dessa publicação é congregar escritos e estudos de profissionais de várias áreas que trabalham no Direito de Família - envolve a psicologia, sociologia, advocacia, mediação e toda essa estrutura de novos núcleos familiares. A obra aproxima a região, os advogados e todos os atores jurídicos envolvidos no Direito de Família com o IBDFAM, que é um órgão de extrema relevância." O artigo de Arruda Filho, a quatro mãos com a colega Liamara Reis, trata da condição do companheiro ou companheira no direito sucessório. "Havia uma lei que discriminava o companheiro ou companheira, que era tratado de forma diferente do que marido ou mulher. "A nossa abordagem busca a isonomia de tratamento pelo olhar do direito sucessório, igualando-os ao marido ou mulher. As pessoas se unem por laços de afeto, mas não casam ou formalizam por escrito - nem por contrato ou escritura pública. Quando ocorre a separação ou falecimento de um é que surgem as questões de direitos de herança. É no sentido se de tratar de forma isonômica, independentemente de ter uma papel assinado ou não. E não pode ficar à margem do Direito."

 

De filha para pai

Entre os momentos marcantes da noite de lançamento do livro Direito de Família: um olhar prático, foi quando a advogada Saionara Alievi Schierholt autografou um exemplar para o seu pai, o escritor e historiador José Alfredo Schierholt. Ele, que já lançou tantos títulos, recebeu emocionado um trabalho da filha.

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