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Caminho para o sucesso passa por inovação e renovação

Tema da reunião-almoço da Cacis traz aspectos atuais e futuros para o mundo dos negócios

Créditos: Carolina Schmidt
Público: empresários e convidados prestigiam reunião-almoço em Estrela - Carolina Schmidt

Lajeado - "Em 2025, 40% das empresas não sobreviverão se não se reinventarem. Todos os setores passarão por transformações." As palavras são do jornalista e publicitário, Alfredo Fedrizzi, na reunião-almoço sobre o tema "Como sobreviver até 2030". O evento ocorreu no Estrela Palace Hotel, com promoção da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Estrela (Cacis).

Com experiência de cursos no setor, Fedrizzi destaca que, nos últimos anos, as empresas e pessoas vivem no que ele chama de Mundo Vuca (da sigla inglês que significa volátil, incerto, complexo e ambíguo). Para crescer, serem diferenciados e mudar essa realidade, aqueles que atuam nos estabelecimento e os negócios precisam passar pela inovação. "Muitos pensam que demoram para chegar, mas chegam. Trata-se de saber quando começam."
Um case de inovação, apresentado por ele, é a produção de hambúrguer vegetal. "Imaginem o impacto que isso causa para o setor de carnes. Pode demorar alguns anos, mas a moda pega."

Segundo Fedrizzi, as mudanças que ocorrem e que ainda virão, trarão um impacto tecnológico em 45% das profissões. "Tudo que falo aqui não é futurista. Tenho exemplos de que está acontecendo."

As empresas

O jornalista Alfredo Fedrizzi apresentou os três principais tipos de empresas que existem atualmente: as do futuro, as sobreviventes e as zumbis. As futuristas são aquelas que pensam no futuro ou tem pessoas que raciocinam por eles, descentralizam as funções, investem em internet, inovação e tem propósitos. As sobreviventes desejam constantemente aumentar lucros, baixar custos, melhorar processos, não ouvem funcionários, perdem talentos e não atraem novos. As zumbis não se ocupam com os novos concorrentes, vivem de disputas internas e apostam em sucessões. "As empresas precisam se tornar ambientes agradáveis. Não precisam ter gente para dizer o que fazer, mas de pessoas que sabem o que querem fazer. Outra questão é a nomeação de cargos, e as empresas hierarquizadas que estão acabando. Os estabelecimentos que mantêm o sistema de comando e controle, vão perder talentos."

O palestrante

Alfredo Fedrizzi é jornalista, publicitário e sócio da Escala Comunicação e Marketing. Participou de curso de Estratégia de Negócios nos Estados Unidos. Já atuou em rádio, televisão e também como professor.

 

 

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